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Brasil e Espanha fortalecem cooperação cultural — Ministério da Cultura

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O Ministério da Cultura (MinC) reforçou, nesta quarta-feira (2), a parceria com a Espanha em temas prioritários da agenda cultural internacional. O secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, recebeu o diretor-geral de Relações Culturais e Científicas da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID), Santiago Herrero, e a embaixadora da Espanha no Brasil, Mar Fernández-Palacios Carmona.
A reunião destacou o alinhamento estratégico entre os dois países em áreas como direitos culturais, acesso à cultura, participação social, inclusão e fortalecimento das indústrias criativas.
Um dos focos do encontro foi a atuação conjunta no Foro de Vice-Ministros e Altas Autoridades da Iberoamérica e no Programa Iberoamericano de Indústrias Culturais e Criativas. A AECID, principal agência de cooperação da Espanha, tem sido parceira em ações de valorização do trabalho cultural, como o apoio ao desenvolvimento do Estatuto da Pessoa Artista e Trabalhadora da Cultura na Iberoamérica.
Rumo à Mondiacult 2025
O secretário-executivo ressaltou a importância da articulação entre os ministérios da Cultura do Brasil e da Espanha para o sucesso da próxima edição da Conferência Mundial da Unesco sobre Políticas Culturais e Desenvolvimento Sustentável (Mondiacult), que será realizada em Barcelona, em setembro de 2025.
Nesse contexto, foi anunciada a jornada “Direitos e Diversidade Cultural para o Desenvolvimento Sustentável”, que ocorrerá em 9 de setembro, também em Barcelona, com apoio da AECID.
“Temos uma agenda bastante intensa. A Espanha já avançou bastante em áreas como direitos autorais no ambiente digital, e o Brasil também tem se empenhado em progredir. São agendas que nos aproximam de fóruns internacionais, como a Mondiacult”, afirmou Márcio Tavares.
Cooperação com países africanos
Outro ponto da reunião foi a possibilidade de ampliar a cooperação trilateral entre Brasil, Espanha e países africanos, especialmente na área de patrimônio cultural. O secretário destacou a experiência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) na elaboração de dossiês para candidaturas ao Patrimônio Mundial da Unesco, e a intenção de compartilhar essa expertise com nações africanas que enfrentam desafios técnicos para apresentar seus patrimônios culturais.
“Nossa ministra tem se empenhado em fortalecer os laços com países africanos e com a diáspora africana. Muitas vezes, esses países possuem patrimônios de grande relevância, inclusive para o Brasil, mas enfrentam dificuldades para inscrevê-los na lista da Unesco. Queremos oferecer apoio técnico para que esses bens sejam reconhecidos e valorizados”, afirmou Tavares. 



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