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MPE descarta participação material de marido, irmão e amigo

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O Ministério Público Estadual descartou a participação material de Cristian Albino Cebalho de Arruda, Cícero Martins Pereira Júnior e Alédson Oliveira da Silva, na morte da adolescente grávida E.B.A.S., de 16 anos, assassinada com requintes de crueldade no dia 12 de março, em Cuiabá.

A Polícia descartou a participação material, segue a investigação em relação à participação intelectual

 
A informação foi confirmada ao MidiaNews pelo promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo.
 
“Até o momento, não existem elementos contra outras pessoas. A Polícia descartou a participação material, mas segue a investigação em relação à participação intelectual”, afirmou.
 
Os investigados citados acima são o marido, irmão e amigo da autora confessa do crime, a bombeira civil Nataly Helen Martins Pereira, que em depoimento admitiu ter atraído a vítima e a matado sozinha para roubar a filha dela.

 
Segundo o promotor, testemunhas e imagens de câmeras de segurança corroboraram para que a Polícia descartasse a participação material dos envolvidos.
 
As prisões
 
Cristian foi preso junto com Nataly no Hospital Santa Helena, onde o casal tentou obter o registro de “nascido vivo” da bebê da vítima. Ele chegou a compartilhar uma foto da criança em sua rede social com a legenda: “Seja bem-vinda, minha filha”.
 
Cícero, irmão de Nataly e o amigo, Alédson, foram presos na casa onde o corpo da adolescente foi encontrado, no Bairro Jardim Florianópolis.
 
Para cometer o assassinato, Nataly disse ter atraído a vítima com a promessa de doação de roupas e a levado para a casa de seu irmão, onde matou e ocultou o corpo.
 
Na residência, os policiais encontraram a adolescente enterrada em uma cova rasa, com parte da perna visível.
 
A vítima estava com o ventre aberto, indicando um parto forçado, além de apresentar sinais de enforcamento, esganadura e asfixia. Ela foi encontrada com cabos de internet enrolados no pescoço, mãos e pernas, e com dois sacos plásticos na cabeça.
 
O Ministério Público Estadual denunciou Nataly por feminicídio, tentativa de aborto, subtração de recém-nascido, parto suposto, ocultação de cadáver, fraude processual, falsificação de documento particular e uso de documento falso.
 
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