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TCE defende contratação de mão de obra externa para concluir BRT

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O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Sérgio Ricardo, defendeu que o governo contrate mão de obra de fora de Mato Grosso para conseguir concluir de forma célere a construção do BRT em Cuiabá e Várzea Grande. 

É o seguinte, é só dar uma estrutura para essas pessoas, tem gente no Brasil inteiro querendo emprego

 
A declaração do presidente ocorreu após ele ser questionado sobre a falta de mão de obra no Estado, que foi uma das dificuldades citadas pelo governador Mauro Mendes (União) que causaram o atraso no andamento da obra.
 
Sérgio Ricardo, inclusive, citou como exemplo o que é feito pela empresa Rumo, que é responsável pelas obras da ferrovia em Mato Grosso.
 
“Eles têm no canteiro de obras deles 7 mil funcionários. Ninguém é de Rondonópolis, ninguém é de Jaciara. Fui lá ver de onde que vem esse pessoal todo, vem do Brasil inteiro.  Eles contratam mão de obra do Brasil inteiro, vem ônibus e ônibus e ônibus para cá”, disse.

 
“Então é o seguinte, é só dar uma estrutura para essas pessoas, tem gente no Brasil inteiro querendo emprego. Não dá para sair aqui na praça e procurar pedreiro, mão de obra, auxiliar de pedreiro em Cuiabá e Várzea Grande, aí não dá mesmo”, completou.
 
Na quarta-feira (2) o TCE deu aval para o Governo já começar a publicação dos editais para a contratação de novas empresas que serão responsáveis pela conclusão do BRT.
 
A obra foi dividida por lotes e três serão lançados ainda nesta semana. A intenção é dar celeridade no andamento das obras para conseguir entregá-la ainda na gestão de Mendes, em 2026.
 
Além de cobrar celeridade nas obras, Sérgio Ricardo prometeu que o TCE acompanhará de perto os próximos passos do Governo.
 
“O Tribunal de Contas vai por um grupo de auditores para estar permanentemente na obra. Essa obra tem que finalizar, tem que acabar no máximo em janeiro de 2026”, disse.
 
“Tem mão de obra sim, o que não tem mais é desculpa para continuar sem fazer essa obra no meio de Cuiabá e no meio de Várzea Grande”.
 
Rompimento de contrato
 
No último dia 7 de março, o Governo e o Consórcio BRT, inicialmente responsável, chegaram a um acordo para a rescisão do contrato. 
 
Segundo este acordo, as empresas têm um prazo de 150 dias para finalizar o trecho que foi aberto na Avenida do CPA, caso contrário, será aplicada uma multa de R$ 54 milhões.
 
Com o contrato rompido, o Governo anunciou que mudará o estilo de contratação, a ser realizada por lotes.  Ainda não há detalhes de como funcionará as contratações. 
 
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